o Rapto da Rendida


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Em algum lugar muito, muito longe dali...
Em um mundo não de sonhos, mas nada similar à nossa Terra

-Por favor, por favor, deixe minha menina em paz! Por favor! - gritava uma senhora camponesa, abraçada com sua amedrontada sobrinha. Não ouse me responder ou contrariar, velha pé-rapada! - disse a raivosa, grave e arranhada voz que as incomodava - Esta garota deve vir comigo e não há nada que você possa fazer. É um pedido de nosso soberano. - pausa, e ele deu um passo à frente - É uma Ordem dele.   A camponesa nada respondeu. Apenas abraçava segurando e tremendo de desespero, na tentativa de manter a calma. As batidas aceleradas em seu coração eram refletidas pelo gemido de choro. Por favor, que isto acabe logo, Por favor, que isto cabe logo!, repetia dentro de si.    Aquele que as afligia tratava-se de um alto e robusto homem, que na verdade, tinha o corpo de um humano ordinário, no entanto, demasiado alto e forte. E uma marcante característica: tinha a cauda de uma naja.  Não tinha esta forma durante todo o tempo, apenas quando o queria para conseguir aquilo que deveria conquistar. Tal como tomar posse da menina para levar à seu superior.   A mulher era baixa e gordinha, vestia roupas simples e mundanas (assemelhando-se ao estilo medieval) e vivia na vila em uma cidade. Não era exatamente uma camponesa, mas chegava perto. estava mais para uma dona-de-casa.  
Sua sobrinha tinha uns 8 ou 9 anos. Era uma linda menina que corria e brincava em sua vila com outras crianças. Pode se notar uma semelhança entre ela e Alexandra Liddel. Ela tinha os cabelos loiros, compridos e lisos feito seda, e os olhos que mudavam de cor, ora para cor-de-mel, ora para azul brilhante. Não se sabia porque mudava. Geralmente, da cor do mel. Mas agora, que derramavam lágrimas, estavam completamente cinza.Amasis gostava da visão de uma garotinha chorando. 
   O exaredadamente alto as atormentava chegou com guardas reais do cruel Soberando de Alstroemeria - o grande reino. Em seu território, se incluía Zínia, a cidade onde a dona de casa e sua menininha moravam, trabalhavam, riam, sorriam e choravam com as dificuldades de vida em uma vila cuja classe média não era muito alta. Uma pena que na vila, as pessoas não estavam em casa. haviam saído para a cidade e ido para um festival sazonal. Não havia muitas pessoas para defendê-las. Apenas alguns vizinhos observando apavorados. Não os julguemos. Era um momento de medo para todos ali. Mas ninguém queria deixar a menina ir. O que o rei queria tanto com a posse desta tão jovem menina?- Tenho de repetir?!! Eu mandei que entregasse a menina à mim para que eu a leve até o soberano. Eu sou Amasis, o fiel e mais requerido servo do Soberando Calchantis  
Calchantis. O cruel soberano. Misterioso, enigmático e ... maligno.
A pobre dona-de-casa implorava: Por favor! Por favor! Esta menina é tudo o que eu tenho! Sem ela, não vou ter mais motivos para sorrir! 
Amasis: E no que isto me faria mudar de ideia? hein? O que isto que a senhora disse mudaria alguma coisa sobre o desejo de Calchantis?   
Ela não abriu mão : Minha menininha vai sofrer muito! Ela perdeu a mãe, eu sou tudo o que ela tem!
Amasis: Ele ordenou que eu levasse a menina Shirin até ele.A pobre senhora quer contrariá-lo? Ora, se ela não tem nada além da senhora de babá - os guardas atrás soltaram risos maliciosos - então, no Castelo do Soberano ela terá de comer, uma cama quente pra dormir, não é isso que você pobres tanto veneram? - Amasis e os guardas riram alto. Shirin chorava baixinho, ainda abraçada com sua tia. - Agora a entregue logo! Ande! 
Nenhuma resposta da dona de casa.
Amasis: Se não a entregar agora, eu....  XxX: Não vai levar ninguém!- interveio um vizinho, alguém da vila - Pensa que pode vir e  carregar a primeira criança que vir?
Amasis: Pensa que pode me desafiar assim? Maldito mortal! - Amasis soprou uma chama verde que incendiou boa parte da rua. Por sorte, não matou ninguém. Mas foi uma ameaça.  De repente, começa uma chuva, que apaga a chama que o monstro soltou. Mesmo assim, ele não se dá por vencido. Na verdade, os trovões e relâmpagos serviram para aterrorizar ainda mais a ocasião.
    Amasis voltou seu olhar ameaçador para as duas apavoradas.
  Amasis: Vai ou não vai render a criança? 
   Os guardas se paroximaram e tomaram Shirin de sua tia. Ela não teve escolha,nem uma nem a outra. A pobre moça se aproximou e estendeu a mão para a menininha,  mas nada adiantou, o guardas já a estavam carregando para longe. Então, é aceitável dizer que ela lhe deu a ão apenas para protegê-la pelo menos pela última vez.

          E agora, já dava para ouvir o choro de Shirin.

      -Nós a levaremos para o soberano e ele saberá o que fazer com esta menina. Ele tem muitos planos para ela. - um sorriso malicioso de Amasis contra o olhar derrotado e rendido da única pessoa que tinha a guarda de Shirin - e agora não mais.

  Amasis: Abra a passagem. - disse à um dos ''capangas''. Aquele à quem Amasis se referiu abriu um portal no meio do nada. O primeiro guarda entrou, e o segundo também, e o terceiro e assim por diante. Amasis deu outro sorriso malicioso para a moça antes de partir. Pegou ele mesmo Shirin pelo braço e aqui a arrastou....

     sendo transportados para o castelo de ninguém menos que ... Calchantis.
  Shirin estava com um pouco de medo. E descia uma lágrima de seus lindo olhos.
Amasis: Soberano Calchantis.. é esta a menina?
..........................
  Calchantis. Era ele. Bem à frente de Shirin
 O soberano levantou-se de seu trono, deu passos à frente e olhou bem para a menina

 Ajoelhou-se, a olhou bem de perto, deu um sorriso. Não tão malicioso como o de Amasis, era mais dúbio.
  Calchantis: Não sei...será que ela é? - dizia com este mesmo sorriso olhando para Shirin - Eu ainda sim quero muito ela aqui. Ela pode ser até mais útil do que a tal Αλεξάνδρα*

Amasis: E o que fazemos com ela?
   Calchantis disse:
 - A tranquem em algum quarto. 

      Aos gritos, Shirin foi arrastada pelos guardas para ser jogada e trancada em um quarto. 
                   Isto é só o começo. Ela subconscientemente sabia disso.
  

  Copie e cole Αλεξάνδρα no google tradutor e tenha uma ideia de quem ele estava falando.



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